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terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Amigos sempre Presentes

 Nossa turma não se completa nos encontros atuais porque temos queridos amigos que já não podemos abraçar, mas que vamos sempre, e sempre, agradecer, reconhecer e mostrar nosso carinho, compartilhando nossas queridas lembranças.

Vitor Adolfo Neumann

Gerson nos traz essa lembrança do querido amigo.

Hermes Mancilha
Lucia Regina nos traz a sua foto na formatura com ele e o depoimento:
"Assisti a peça "Bailei na curva" onde ele atuava. Este ano a peça completa 40 anos e é uma das peças apresentadas no Porto Verão Alegre. Meu filho assistiu a peça em Porto Alegre e contou que mencionaram a participação dele nas primeiras apresentações passando as fotos daquele momento... Na Casa de Cultura Mario Quintana existe uma sala com o nome dele."

"Hermes querido...As redações dele eram lindas, cheias de imaginação. Muitas saudades..."
Raquel Amorim Nowakowski

Gratidão Lucia por trazer esta lembrança que traz outras mais. Ainda nas séries finais do 1º Grau, brincadeiras de polícia e ladrão no recreio, uma correria só, na entrada da escola, ainda pela rua do Prado/Concórdia, bateu o sinal e entrei correndo 'a mil'. Estava escondida no jardim da frente.😁 Vem o Hermes, daquele tamanhão dele, também correndo, e nos batemos de frente. Caí para traz e bati com a cabeça. Resultado: fui hospitalizada no Gracinha e fiquei 2 dias em observação. Tadinho do Hermes toda hora ficava perguntando como eu estava, depois que voltei.
Maria Inês Pacheco
Saudades amigo! ❤️

Paulo Roberto de Oliveira
Peletti nos traz essa lembrança dele com os guris em encontros até setembro 2020.

LUZES DOS ANOS 70 por Mauro Fraga Reyes

Era um fim de semana qualquer entre o inverno e a primavera de 1975.

Fly, Robin, Fly (Voe, Robin, Voe), era o som do momento de um inusitado trio feminino alemão. Sim, era alemão, mas cantavam em inglês.

Acontece que alguns Concordianos combinaram de se encontrar na boate do Grêmio Niterói. As luzes coloridas, o globo espelhado e a fumaça dos cigarros, criavam uma atmosfera eletrizante. Confesso que minha memória me deu um drible. Não consigo lembrar de nenhum colega que esteve presente naquele evento. Tenho as minhas suspeitas. Nos reunimos na pista de dança e de repente a Luz Negra, atinge em cheio a Irene, não o equipamento, mas o seu foco azul/arroxeado. Linda, no seu trejeito jovem, cheia de vida, dançando a música. Ela vestia uma blusa e calça clara, branca talvez. O fato é que a luz deixava a íris dos seus olhos claros mais evidente. Como diz Mário Quintana no seu poema, "O Mapa": - Quando eu for, um dia desses, Poeira ou folha levada, No vento da madrugada, Serei um pouco do nada, Invisível, delicioso". Ainda neste dia eu vou lembrar daquela festa.

Agora me ajudem. Além de mim e da Irene, quem mais estava lá. As minhas suspeitas são a Marli, irmã da Irene e a Lúcia Regina, fiel escudeira da Irene.

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

CONCORDIANO por Carlos Alberto Peletti

Concordiano desde as séries iniciais no Colégio Concórdia/Canoas há muito o que contar sobre a vida escolar onde passei de aluno a professor, a Diretor na Escola e por onde são muitas as amizades conquistadas. 

Um pouco da trajetória:

Com a turma do futebol.

'Os inseparáveis'.

Com a turma da Banda.

Desde a formação da banda como componente ensaiava os toques três meses antes das apresentações. No segundo ano já assumi como Regente. Além de tocar nos desfiles cívicos tocamos também no Grêmio Niterói e Clube Frigosul.

Algumas componentes que lembro:
Almir e Valdir - bumbo
Edson, Paulo, Gerson, Flavio 'Ratão - Tarol
Inês - caixa
Vera - prato e clarinete

Com a turma na Formatura, na ponta direita, de amarelo.

Recebendo homenagem com a turma que esteve junto 

desde o jardim da infância:

Siciane, Raquel, Vitor, Roberto Soltys, Peletti, Lucia.

Com os professores Elirio e Jose e a parte da turma do futebol: 

Edson, Paulo ,Valdir...

Com a turma do futebol ao longo dos anos.
Com Professor Bruno da Educação Física.

A última formatura como Diretor da Escola.

Muito bom relembrar!

Nossos professores

Diretor Alípio, Profs. Bruno (Ed.Física) e José (Ciências).

 
Prof. José - Ciências

Prof. Edeltraud - Artes


Prof. José...

Diretor Alípio, Profs. Jose (Ciências) e Elírio (Matemática)


Tínhamos grandes Professores no Concórdia.
Hoje, especialmente, quero relembrar a doce e querida Professora Danuta. Ela então, indica o livro de gramática paro o ano letivo de 1973. No livro, havia a tradução de uma música do cantor e compositor inglês Cat Stevens. Father And Son (Pai e Filho), trata do tema conflito de gerações. Quem já não vivenciou esta situação? O interessante é que o cantor gravou num tom mais grave o que seria o argumento do pai e num tom mais agudo o que seria o argumento do filho. O fato é que esta música me acompanha ao longo dos anos e cada vez que eu a escuto me vem à memória, a Doce Professora Danuta. (Mauro Fraga Reys)

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- Vocês lembram da professora Várvara, de Português, acho que da 4ª série. Nossa, maravilhosa, nos ensinou muito sobre verbos!!!
Ela tinha as unhas compridas vermelhas, batom vermelho, e, às vezes, as unhas arranhavam o quadro... Dava uma agonia.😆 Gente, ela enchia o quadro de matéria. Adoro Português. Ela era bem exigente, mas tinha um ótimo humor. Lembro do jeito dela olhar para os alunos, muito séria, ao mesmo tempo brincalhona.(Raquel Amorim)
- E também gostava muito dela e lembro que ela me xingava quando eu conversava na aula e tirava a atenção dos alunos.(Eliana)

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-Lembro da Professora Katia, de música, sempre bem maquiada. (Vera Cauduro)
-Sim, também lembro. (Almir)
- Professora Kátia, que saudades!
My Bonnie lies over the ocean.
My Bonnie lies over the sea.
My Bonnie lies over the ocean.
Bring back, bring back.
Bring back my Bonnie to me, to me.
Meu bem foi a terras distantes.
Em longas viagens por mar. Oh! ondas do mar inconstante
trazei-o de volta ao seu lar, seu lar...
(Mauro Fraga Reys)
- Eu adorava 'Casinha Pequenina' -
Tu não te lembras da casinha pequenina
onde o nosso amor nasceu
tinha um coqueiro ao lado
e o coitado de saudades já morreu...
(Mauro Fraga Reys)
- Eu ensino para minha neta💖 (Vera Cauduro)
- A professora Katia pegava uma melodia e fazia com que nós criássemos letras novas. (Raquel Amorim)
- Sim, a chamada 'paródia' desenvolveu muito em mim a criatividade com ritmo. (Inês)
- Muito legal as aulas dela. (Raquel)
- No coral eu era barítono. (Mauro)
- Eu lembro disso - criação de letras diferentes para melodias joa existentes. Ela dava aula de violão também para nós. (Eliana)

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

O DESCONHECIDO por Almir Freitas

 

Não é difícil escrever sobre os parcos anos que passei no Colégio Concórdia, em Canoas. Afinal, quase todos os dias que lá vivi passam na memória quando me encontro com cada um de vocês. Lembro de cada momento, desde a saída de Rio Grande, no final de 1975, até a saída de Canoas, ao final de 1977. Nunca fui uma pessoa de navegar por portos inseguros, desconhecidos...gosto de saber onde piso, gosto de preservar as raízes. Um erro? Talvez.
Lembro que era um verão de 1975, os anos ainda eram de “chumbo” mas as emoções não. Nunca fomos uma família com capacidade financeira para nos dar conforto, mas nunca deixamos de buscar o melhor, de buscar avançar socialmente. Isso, no entanto nos trouxe serenidade, a união em família e a vivência de cada momento. Para o bem e para o mal, com flores e com cicatrizes.
Construí laços de amizade em Rio Grande, forjados em meio a um cenário social repleto de impossibilidades de circulação a não ser aquelas permitidas. A cidade era uma zona de segurança nacional e tudo aquilo que essa expressão significava. Nossas “maravilhas” era ficarmos em casa, junto com uma penca de amigos, conversando, comendo, jogando “escova”, “pife” ou canastra. Com regras rígidas. Não valia trinca de mesma carta, para ferrar com o jogo alheio.
Um dos grandes amigos, o Dr. Luiz Carlos Hilário, o “Portuga”, era filho do proprietário do saudoso Paris Hotel, que lá está até hoje. Muitas noites passamos, até sermos corridos, na sala de jogos disputando torneios de canastra valendo cigarro.....sim, já fumei na vida. E era o que tínhamos para apostar.
Mas porque estou lembrando isso se aqui é um espaço de outro grupo?
Só para lembrar o que significava aquela família, aquele porto seguro, aquelas pessoas com quem vivia 15h ou 16h por dia. Pelo menos nas férias!!!!
E aqui começo a trazer os momentos mais difíceis para um jovem interiorano (sim, tinha 17 anos!), que nunca tinha ultrapassado a ponte do Rio São Gonçalo, que divide Rio Grande e Pelotas para morar em outro lugar.
Os amigos, a segurança, a vida era lá. Era atravessar o “Calçadão” do centro da cidade, passar na chocolateria do “seu” Couto e....ser feliz.
Lembro bem que era um domingo. Sem telefone em casa ou celular (ahhhhh que falta isso fez na época) para chamar o “carro de praça”, vagamos pela rua em direção ao ponto. Meus pais e minha irmã. Não quis olhar para trás.
Lá estavam todos os amigos reunidos, jovens que enxergavam uma família partir para uma aventura, para o desconhecido, para lá sei eu onde. Minha cabeça era um turbilhão de emoções, um vendaval de incertezas, uma decepção por estar perdendo minhas referências emocionais.
Quase quatro horas depois, chegávamos a Porto Alegre. A cidade grande e agitada. O desconhecido. Como fomos para Canoas? Não lembro. Mas ali começava uma outra história que começo a descrever em outro momento.
Bjs!

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Por MIP (Maria Inês Pacheco)      e    SAM (Siciane Azeredo Mello) 1976 2017 - Revezamos o cuidado com nosso livro de Português  que contém ...